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Mostrando postagens com o rótulo cultura da morte

10 anos de vida

Era um jovem de mais ou menos 18 anos que só tinha vontade de uma coisa: morrer. As coisas simples como sorrir, abraçar um amigo, olhar nos olhos, bater um papo, sonhar, não faziam parte da sua pessoalidade. Sorria somente com a desgraça dos outros; abraçava para tirar proveito; olhos nos olhos, jamais; trocar uma idéia com alguém era risco de perder sua moral. Sonhar? Preferia ficar acordado, bem acordado. Um viciado sabe que para permanecer vivo tem que se vestir de uma armadura pesada todos os dias. No mundo do tráfico é ainda pior. A sensação é que até a sua respiração é vigiada, principalmente se está sob o efeito das drogas. Para ele cada despertar era um convite à guerra, onde o campo de batalha era sua mente. “Não existe paz interior, o desespero é constante, não pára!”, reclamou ele um dia. A armadura pesada servia para esconder o homem frágil que se refugiava ali dentro e o efeito das drogas servia para amenizar a angústia que nunca ia embora. Ele conta que dos 13 aos 17 anos...

Pesquisa revela que 22% dos jovens britânicos se autoflagelam

Uma pesquisa com adolescentes realizada na Grã-Bretanha surpreendeu especialistas e ONGs ao revelar que 22% dos entrevistados admitiram cometer autoflagelo. A sondagem, feita com 800 jovens, foi encomendada pela empresa Affinity Care, especializada em saúde mental, para marcar a abertura da conferência Young People and Self-Harm (Jovens e autoflagelo, em tradução literal) que acontece sexta-feira em Manchester, ao norte da Inglaterra. [...] Entre os adolescentes que cometem a autoflagelação, 73% afirmaram que se cortam, 48% disseram que dão socos em si mesmo, 14% provocam queimaduras e 10% admitiram ingerir substâncias venenosas. Segundo a pesquisa, entre as principais razões citadas pelos jovens, 43% afirmaram que cometem o autoflagelo porque se sentem deprimidos, 17% porque se sentem nervosos, 10% responsabilizaram problemas de relacionamento e outros 10% culparam o estresse. A pesquisa sobre o número de jovens que cometem autoflagelo é divulgada um dia depois de uma outra sondagem, ...

Charge dedicada ao Ministro Ayres Britto

"Sei como você se sente! Quando fui um escravo lá embaixo, os tribunais também não entendiam que eu era completamente humano!" Conheça o blog Contra o Aborto .

Sob a cultura da morte

Roteiro: Alessandro Lima Arte: Emerson H. de Oliveira Leia mais charges sobre o aborto no Veritatis Splendor .

"A sociedade quis me matar e hoje eu sou doutor"

Dr. Mauro Figueroa dá testemunho no I Congresso Internacional em Defesa da Vida . Fala-se hoje sobre a defesa da vida. Falo sobre isso há mais de 50 anos. Nasci em maio de 1940 em Machu Picchu, no Peru. Cheguei ao mundo com 20 centímetros e com 900 gramas. Não conheci as minhas mãos. Não conheci meus pés. Meus pais, a princípio, ficaram muito emocionados e choraram muito, preocupados com o que seria do meu futuro, um dia. Mas, mesmo assim, eles me deram calor humano paterno e materno. Tenho sete irmãos, todos perfeitos e normais. Deus iluminou o coração dos meus pais para que me amassem e não me desprezassem. A imprensa peruana falou muito mal do meu nascimento, dando notícias exageradas, como “Nasce criança de três cabeças”. [...] [ Leia mais... ]