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Mostrando postagens com o rótulo exemplo

"A sociedade quis me matar e hoje eu sou doutor"

Dr. Mauro Figueroa dá testemunho no I Congresso Internacional em Defesa da Vida . Fala-se hoje sobre a defesa da vida. Falo sobre isso há mais de 50 anos. Nasci em maio de 1940 em Machu Picchu, no Peru. Cheguei ao mundo com 20 centímetros e com 900 gramas. Não conheci as minhas mãos. Não conheci meus pés. Meus pais, a princípio, ficaram muito emocionados e choraram muito, preocupados com o que seria do meu futuro, um dia. Mas, mesmo assim, eles me deram calor humano paterno e materno. Tenho sete irmãos, todos perfeitos e normais. Deus iluminou o coração dos meus pais para que me amassem e não me desprezassem. A imprensa peruana falou muito mal do meu nascimento, dando notícias exageradas, como “Nasce criança de três cabeças”. [...] [ Leia mais... ]

A surpreendente sobrevivência de Marcela

Há pouco mais de um ano, o Brasil conheceu um caso de amor entre mãe e filha diferente de tantos outros casos. Mesmo sabendo que a filha nasceria com anencefalia, a mãe levou a gestação até o fim e hoje a bebê está com saúde e mostrando que a vida é o dom mais preciso que Deus dá a cada um de nós. Essa é a história de Dona Cacilda e da pequena Marcela. Por mais rotineiro que seja o dia a dia na casa delas, cada segundo que passam juntas é uma benção de Deus. Uma benção que já completou um ano, um mês e 19 dias. "O mais importante é a fé e sempre entregando nas mãos de Deus e que sempre seja feita a vontade d'Ele", diz Cacilda Galante Ferreira, mãe de Marcela. Foi um ano em que as duas aprenderam muito, principalmente, o valor da vida. Desde o momento em que Dona Cacilda soube que sua filha nasceria com problemas, lutou contra o que muitos queriam: o aborto! "Eu vejo isso como não sendo um erro da medicina. Eu acho que é uma intervenção de Deus. Eu vejo como um dedo d...

O exemplo de Vovó Noca

No post anterior, mostrei uma notícia do G1 sobre Raimunda Nonata que prestou vestibular aos 82 anos... Ops! A revista Época da semana passada diz que ela tem 81. Deixa pra lá! O que importa é o exemplo dela. Veja trechos da reportagem "Caloura aos 81", por Daniel Nardim (Época, nº. 499, 10 de dezembro de 2007). Vovó Noca, como é conhecida, passou na 26ª colocação entre os 200 candidatos - apenas 38 vagas foram preenchidas, porque os demais vestibulandos não obtiveram a nota mínima nas provas de português, interpretação de texto e redação. Ainda mais espantoso é que, até três anos atrás, Vovó Noca - sete filhos, 12 netos e cinco bisnetos - tinham apenas a 5ª série completa. Parou de estudar aos 15 anos e casou-se aos 21. Dividia a atenção entre marido e as aulas de leitura para crianças carentes da comunidade de Alter-do-Chão, uma localidade próxima. Aos 35 anos, ficou viúva. Para sustentar os filhos, fez de tudo um pouco. Foi vendedora de flores, empregada doméstica, fez p...

Senhora de 82 presta vestibular no Pará

Parece loucura, mas é um bom exemplo. Muitos idosos (na minha opinião, principalmente mulheres) se recusam a aprender ou fazer algumas coisas com aquela velha história: "Já estou muito velho(a) para isso". Alguns não querem estudar "depois de velho", por exemplo. Existem casos piores. Algumas pessoas que unem-se em casamentos civis e, quando mais velhos, se converterem ao catolicismo. Mesmo não sendo tão idosas quanto a senhora da notícia abaixo, recusam-se de casar-se na Igreja. "Ora, eu, uma velha, entrando com vestido de noiva na igreja? Ridículo!", assim pensam algumas senhoras. No entanto, eu soube de um caso de um idoso que fez primeiro eucaristia na sua terceira idade. Ele está certíssimo! Nunca é tarde pra realizar alguns sonhos, muito menos para seguir a Deus. Muitos idosos ainda são "cabeças-dura". Esses podem ter osteoporose no corpo todo, mas no crânio... Deviam conhecer a Dona Raimunda. Força de vontade e muita disposição são alguns ...