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Mostrando postagens de março, 2009

Que diferença faz ser cristão?

Você pode se perguntar: “Que diferença faz ser cristão?” O cristão é cheio do Espírito Santo. Por isso é diferente das outras pessoas; e só poderia ser assim. O cristão não é mais deste mundo, não porque o quer, mas porque Jesus não é deste mundo; e, como o Senhor, ele também não o é [deste mundo]. Você é destinado a este mundo, enviado como sal, como luz, mas não é do mundo, assim como o sal não é massa, assim como a luz não é treva, você não é deste mundo. E por ser diferente o perseguem – como Jesus e os apóstolos foram perseguidos. Perseguido, mas feliz; feliz justamente porque é perseguido. Por essa razão, muitos deixam o caminho do Senhor por causa das dificuldades e oposições; em razão do que dizem e dos comentários; por causa do que inventam a seu respeito e pelas várias perseguições que suportam. Não é um simples complexo de perseguição. Não se trata de sentir que você é perseguido, rejeitado. Realmente é o que acontece. Pergunte a si mesmo e ao Senhor: “Mas por que acontece t...

10 anos de vida

Era um jovem de mais ou menos 18 anos que só tinha vontade de uma coisa: morrer. As coisas simples como sorrir, abraçar um amigo, olhar nos olhos, bater um papo, sonhar, não faziam parte da sua pessoalidade. Sorria somente com a desgraça dos outros; abraçava para tirar proveito; olhos nos olhos, jamais; trocar uma idéia com alguém era risco de perder sua moral. Sonhar? Preferia ficar acordado, bem acordado. Um viciado sabe que para permanecer vivo tem que se vestir de uma armadura pesada todos os dias. No mundo do tráfico é ainda pior. A sensação é que até a sua respiração é vigiada, principalmente se está sob o efeito das drogas. Para ele cada despertar era um convite à guerra, onde o campo de batalha era sua mente. “Não existe paz interior, o desespero é constante, não pára!”, reclamou ele um dia. A armadura pesada servia para esconder o homem frágil que se refugiava ali dentro e o efeito das drogas servia para amenizar a angústia que nunca ia embora. Ele conta que dos 13 aos 17 anos...

O festim diabólico da imprensa

Por Moisés de Oliveira Esta semana que passou foi um verdadeiro prodígio em termos de injustiças, blasfêmias e difamações contra a Santa Igreja – e em especial, contra um dos sucessores dos apóstolos, Dom José Cardoso Sobrinho. Não me lembro de já ter testemunhado antes algo semelhante: uma onda delirante de ódio à Igreja e ao Catolicismo, disseminada pela imprensa e apoiada por parte dos “bempensantes” da sociedade brasileira. Foi um festim diabólico, uma catarse coletiva de loucura e raiva. Receio que se Dom José Cardoso Sobrinho passasse pelas redações de certos jornais, seria linchado pelos seus bravos jornalistas – como sua reputação já o foi. No meu trabalho, em listas de e-mail de que participo, em blogs e comentários por todos os lados, muitos fizeram dele – vejam só, não do estuprador ou dos abortistas – o grande vilão da tenebrosa história da menina que foi estuprada e engravidou, sendo levada ao aborto como uma ovelhinha é levada para a tosquia. E esses que atacaram a reput...