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Mostrando postagens com o rótulo liberdade

Vou ou não vou ao Carnaval?

Por Cleto, da Comunidade Canção Nova Como você fica quando termina o Carnaval? Não deixe que os meios de comunicação o atraiam com imagens atrativas e cheias de fantasia, a ponto de envolvê-lo e levá-lo para os ambientes que já estão preparadinhos esperando por você. Os clubes, as avenidas, os trios elétricos, mesmo com megaestrutura, não poderão proporcionar-lhe a verdadeira felicidade. Existe um ambiente que aguarda uma resposta diferente sua: esse lugar é o seu interior, o seu coração. Dê uma oportunidade, uma chance para você neste Carnaval, pois um "NÃO" para ele poderá ser o começo de uma vida nova. Temos que ter um olhar sobre a realidade. Alguns pontos estratégicos já estão esperando você: é aquele bar que está à sua espera com variedades de cervejas geladas; é a roda da galera ao som dos batuques e tamborins tomando as famosas “porradinhas”; é aquela pessoa que vai colocar na sua mão um cigarro de maconha ou uma bala de cocaína; é o tubo de lança-perfume passando de...

Liberdade ou libertinagem?

Por Felipe Aquino * A maior aspiração do ser humano é a felicidade. E isso é conseqüência natural de termos sido criados à “imagem e semelhança de Deus” (cf. Gen 1,26), para participar de sua vida bem-aventurada. Deus pôs em nós uma sede infinita para que somente n’Ele ela pudesse ser saciada. Santo Agostinho (354-430), depois de buscar a felicidade nos prazeres do mundo, na retórica, na oratória, no maniqueísmo e em tantas outras estripulias, somente saciou o seu coração quando encontrou o Evangelho. E mais adiante, lamentou ter demorado tanto para ter descoberto a verdadeira fonte da felicidade: “Ó Jesus Cristo, amável Senhor, por que, em toda a minha vida amei, por que desejei outra coisa senão Vós?” O Criador não quis para nós uma felicidade pequena, esta que se encontra entre as coisas do mundo: o prazer dos sentidos, o delírio das riquezas ou o fascínio do poder e do prestígio. Tudo isso é ilusão, porque o que está abaixo de nós não pode satisfazer a nossa alma. Isso é muito po...

As ilusões da astrologia

[...]Por que achar que o homem tem seu destino traçado? Onde fica o livre arbítrio? Ora, sem liberdade, também não há responsabilidade. A tirar as devidas conseqüências da astrologia, então se alguém comete um crime, esta pessoa poderia diminuir sua culpa, ou mesmo excluí-la, apelando para a fatalidade dos astros. Seria o caos na sociedade. Ninguém responderia por mais nada. O abalo da astrologia (e de outras formas de determinismo) na moral do homem são imensos. Que posso fazer, se já está tudo mais ou menos definido? A que se reduz me papel neste mundo? Há uma tendência ao conformismo. O que a astrologia produziu se comparada, por exemplo, com a "alma inquieta" de um Santo Agostinho? Ou com a "empolgação" de um São Francisco? O motivo para tamanha discrepância é bem simples: enquanto Jesus diz que é preciso "nascer do alto" (Jo 3,3), e em âmbito mundial, (Mc 16,15-16), a máxima preocupação do astrólogo é tentar prever o destino que já está traçado![...]...