Por Pe. Zezinho, scj
Um vírus inoportuno,
Com astúcia de gatuno,
Meu e-mail invadiu.
Despudorado e matreiro.
E de lá não mais saiu.
-
Eu ligava o aparelho,
E ele logo aparecia.
Tentava livrar-me dele,
E ele reaparecia.
Chamava o especialista,
Chamei mais de oito vezes
E o tal vírus não morria.
-
Virou vírus traiçoeiro.
Comeu diversos programas.
Desorganizou meu drive.
E eu fiquei sem conteúdo.
Perdi mais de mil mensagens.
Achei que perdera tudo!
-
Um dia, quase vencido
Pelo vírus atrevido,
Fui falar com o senhor
Que fez o meu computador
E era o provedor.
Ele fez o que devia
E me livrou do tal vírus.
Salvou as minhas mensagens
E o meu computador
-
Mas me disse cauteloso
Pensativo e carinhoso:
- Não relaxe a sua guarda
- Não abra qualquer mensagem
- Elas chegam sorridentese,
e, não mais que de repente,
vão passando por tudo
e afetam seu conteúdo.
-
Um vírus inoportuno,
Ao qual eu chamo “pecado”,
Invadiu a minha alma,
Deixando-me atarantado.
Não queria ir embora;
Foi comandando meus passos
E, de fracasso em fracasso,
Quase que me pôs pra fora
-
Entrou por algumas portas,
Dentro de falsas mensagens,
De mentirosas imagens,
E foi desorganizando,
Enfraquecendo e minando
Meu pequeno ser pessoa.
Foi o vírus mais à toa
Que eu já tive de enfrentar.
-
Toda a vez que o enfrentava
Perseguia e deletava,
O tal pecado voltava,
Tentando me derrotar.
-
Falei com o meu provedor,
Que é Nosso Senhor
E ele me libertou.
Mas me disse carinhoso:
-
Pecado é vírus tinhoso!
Não relaxe a sua guarda!
Não abra qualquer mensagem!
O mundo faz molecagem!
-
Ultimamente, eu percebo
Que minha alma está mais ágil,
Bem mais esperta e mais forte.
Jurei atacar de morte
Qualquer vírus sorrateiro.
Tornei-me um navegador
Que procura o provedor,
A cada nova ameaça.
-
E, nos sites que eu visito,
Procuro o que necessito.
O que é ruim eu evito!
-
Reassumi o controle
Da minha digitação
E já não há nenhum vírus
Dentro do meu coração.
Por Padre Rufus Pereira Um jovem rico procurou o Filho de um carpinteiro, que não vinha da capital judaica, mas sim, da província do norte da Galiléia, que era muito pobre. Esse jovem perguntou a Jesus: “Mestre, o que devo fazer para ter a vida eterna?” O que significa a felicidade, a paz. Centenas de jovens vão todos os meses da Europa para a Índia. E se você perguntar por que eles estão deixando os países deles para uma terra de tantos miseráveis e desconfortos, eles dirão: “Viemos aqui em busca da paz e da felicidade. Diga-nos aonde devemos ir. Queremos ir a uma casa de retiros dos hindus. Diga-nos a que guru devemos procurar”. Era exatamente isso que aquele jovem rico pedia a Jesus. Vocês sabem muito bem a resposta. Vocês acreditam na doutrina católica. O jovem rapaz declarou ao Senhor que desde que se lembrava havia tentado ser bastante religioso, acreditava em toda a doutrina da religião e ainda assim era infeliz. Isso é o que muitas pessoas dizem no dia de hoje: “Eu tentei tudo...
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