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Viajar é bom; voltar é melhor

Por Dijanira Silva Arrumar a mala, comprar as passagens, imaginar o lugar, as pessoas que vamos encontrar e as possíveis situações que vamos viver... os abraços de despedida, a expectativa feliz das futuras novidades, tudo isso faz parte da viagem e é prazeroso vivê-lo. Quem parte tem sempre uma meta a ser alcançada e muitas viagens são, na verdade, a concretização de sonhos alimentados durante anos. A quem diga que viajar é descobrir novos horizontes, é contemplar o mundo por meio de um novo prisma, é bater asas e voar em novas direções. Concordo com tudo isso, mas partilho uma experiência relacionada a uma viagem vivida nesses últimos dias, que me fez tomar consciência de uma realidade, muitas vezes despercebida em nossa vida: viajar é bom; voltar é melhor! Depois de 15 dias em outro país, sem dominar seu idioma, eu já sentia saudade de tudo... da casa, da comida, do paisagem e principalmente das pessoas que fazem parte do meu dia-a-dia. Escrevo enquanto viajo de volta e o tempo de ...

Missionários da comunicação

“Nenhum de nós vive para si mesmo ou morre para si mesmo. Se estamos vivos, é para o Senhor que vivemos, e se morremos, é para o Senhor que morremos. Vivos ou mortos, pertencemos ao Senhor. Cristo morreu e ressuscitou para ser o Senhor dos mortos e dos vivos” (Rm 14, 7-9). No início da comunidade [Canção Nova] nós não podíamos imaginar tudo o que Deus faria conosco a partir daquele momento, mas começamos com determinação e generosidade. Aqueles jovens estavam entregando de maneira muito concreta a própria vida a Deus. Quando se semeia vida, os resultados são imprevisíveis. Foi o que aconteceu conosco. Deus precisava de uma companhia de pesca para pescar homens. Com a mesma convicção de Pedro, nós dizíamos ao Senhor: 'Firmados na tua palavra, nós lançaremos as redes'. O Senhor nos queria missionários da comunicação. Rapidamente, Ele foi colocando em nossas mãos a aparelhagem para isso... Eram sinais muito concretos. Deus tinha urgência: era preciso evangelizar usando os moderno...

Máquina de distribuir camisinhas nas escolas - cenas hiláricas

Por Gerson Abarca * Imagine a máquina de distribuir camisinhas nas escolas, parecidas com aquelas de distribuir coca-cola. A garotada curiosa, vai querer tirar proveito da situação. A moçada mais da bagunça, quando precisar de uma bisnaga para fazerem guerra de água, provelmente vão tentar eliminar o estoque de camisinha da máquina. Mas será que a máquina terá uma senha? Mas para quem será distribuido a senha? Para os alunos que possuirem o pênis do tamanho dos preservativos da máquina? Quem sabe, pois se garotada de 10 a 13 anos for tirar a camisinha, provavelmente vão vestir o que com elas? E as meninas poderão retirar as camisinhas? Olha só, quanta coisa vai rolar, e no final das contas, estes estudiosos que estão investindo fortunas do dinheiro de nossos impostos com suas especulações em torno da prevenção às DSTs/AIDS, parecem só ver camisinha na frente. Uma profissional do Ministério da Saúde me revelou que os cursos que ela ganhou para ensinar indio a usar camisinha, foi muito ...

Em Busca da Verdade

Por Pe. Reinaldo Cazumbá da Silva "O importante é entender-me a mim mesmo, é perceber o que Deus realmente quer que eu faça; o importante é achar uma verdade que é verdadeira para mim, achar a idéia em prol da qual posso viver e morrer” (SOREN AABYE KIERKEGAARD) Segundo o dicionário de filosofia Nicola Abbagnano, verdade é a validade ou eficácia dos procedimentos cognoscitivos. Em geral, entende-se por verdade a qualidade em virtude da qual um procedimento cognoscitivo qualquer torna-se eficaz ou obtém êxito. Podemos distinguir cinco conceitos fundamentais da verdade: A verdade como correspondência, revelação, conformidade ou regra, como coerência e como utilidade. Assim, temos a verdade definida por Platão: “Verdadeiro é o discurso que diz as coisas como são”. Já Aristóteles dizia: “Negar aquilo que é e afirmar aquilo que não é, é falso, enquanto afirmar o que é e negar o que não é, é verdadeiro”. Santo Agostinho define a verdade como “aquilo que é como aparece” e também consid...

O boneco de sal e o mar

Era uma vez um boneco de sal que após peregrinar por terras candentes e áridas, chegou a descobrir o mar que jamais conhecera e por isso, não podia compreender. Perguntou: "Quem és tu?". "Eu sou o mar!". "Mas que é o mar?". O mar respondeu: "Sou eu!". Disse o boneco: "Como poderia compreender-te?". O mar: "Toca-me!". Então o boneco, timidamente, tocou o mar com a ponta dos dedos dos pés. Percebeu que o mar começou a ser compreensível. Mas logo deu-se conta: "Vê só: desapareceram as pontas dos meus pés! Que me fizeste?". O mar respondeu: "Tu deste alguma coisa para que me pudesse compreender". E o boneco de sal começou a entrar lentamente no mar. Na medida que entrava, ia-se diluindo. E nesta mesma medida, tinha a impressão de conhecer mais e mais o que é o mar. O boneco ia repetindo de si para consigo: "Que é o Mar?". Até que uma onda o tragou completamente. E ele pôde ainda dizer, no momento de s...

Harry Potter versus As Crônicas de Nárnia

Por Charles Colson A série de livros é popular com crianças do mundo todo - mas o autor britânico está sendo “queimado” pela comunidade cristã. As pessoas argumentam que, desde que os livros estão repletos de bruxaria e magia, bolas de cristal e encantamentos, eles não deveriam ser indicados para as crianças lerem. Você pode pensar que estou falando de J. K. Rowling, a autora dos popularíssimos livros Harry Potter. Mas não estou. Estou falando de C. S. Lewis. Cinqüenta anos atrás, os cristãos acusaram Lewis de ensinar feitiçaria às crianças. Ainda hoje, muitos cristãos - inclusive eu - consideram as Crônicas de Nárnia um clássico e os livros e filmes de Nárnia são encontrados em muitas bibliotecas de igrejas. Há cristãos que dizem que não existe diferença entre as estórias de Nárnia e as de Harry Potter. Alguns insinuam que ambas deveriam ser condenadas, outros elogiam ambos. Muitos cristãos amam Lewis enquanto têm severas reservas quanto a Harry Potter. Eu me incluo nesta última cate...

Querem matar o romantismo

Por Michelson Borges * Na semana do Dia dos Namorados, a revista Veja contraria o clima e publica uma entrevista com o médico psiquiatra Flávio Gikovate, autor de Uma História de Amor... com Final Feliz. Na obra, ele ataca o amor romântico e defende o individualismo, "entendido não como descaso pelos outros e sim como uma maneira de aumentar o conhecimento de si próprio". "Os solteiros que estão mal são os que ainda sonham com o amor romântico. Pensam que precisam de outra pessoa para se completar. Como Vinicius de Moraes, acham que 'é impossível ser feliz sozinho'. Isso caducou. Daí, vivem tristes e deprimidos." É claro que é possível ser feliz sozinho, mas isso não significa que o amor romântico não deva ser almejado e alimentado ou que o individualismo seja um mérito. A seguir, alguns trechos da entrevista, com meus comentários entre colchetes: "As pessoas que estão casadas e são felizes são uma minoria. Com base nos atendimentos que faço e nas pess...